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Ministérios Independentes na Igreja Adventista do Sétimo Dia: Algumas Orientações


Desde sua origem como movimento, a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) tem enfrentado diversas crises doutrinárias, que têm sido um desafio para sua sustentabilidade no mundo. Em meus dias de Seminarista, ouvia do Prof. Luiz Nunes, Pastor e professor de Teologia, que  de conformidade com o que comprovou em sua tese doutoral, essas crises que buscaram e ainda buscam minar a utilidade da igreja são as mesmas sofridas pelos crentes desde a fase dita "apostólica". Elas avançam desde a origem da igreja até nossos dias, causando os mesmo prejuízos. E a maior delas na atualidade, tem sido a "crise de autoridade", que nasce do primeiro pecado, o orgulho e espírito de independência verificado em Lúcifer. Talvez por isso, em sua fala à igreja, em 15/11/2013, o Pastor Ted Wilson, Presidente da Associação Geral da IASD, tenha lamentado entre outros obstáculos que dificultam a missão da igreja, a falta de unidade que enfrentamos como um corpo. Por isso, penso ser importante analisar especialmente essa "crise de autoridade", evidenciada pelos chamados ministérios independentes que trabalham à revelia das orientações da igreja.

As Crises


Em complemento à fala do Dr. Luiz Nunes, me lembro também do ensino do saudoso Mestre Walvertrudes, quando dizia que a diferença entre a IASD e a igreja dos apóstolos, é que naqueles idos, as crises eram locais, e nem sempre uma igreja sofria afetações pela crise doutrinária identificada em outra. Em nossos dias, todavia, as crises se tornam globais, pela ênfase global de nosso movimento, além do fenômeno da inclusão digital. As ideias, mesmo contraditórias, são espalhadas aos quatro cantos pela tecnologia, encontrando receptividade por parte do rebanho como se fossem verdades oriundas do Céu. E quase sempre, quando tais ideias enfrentam a reprovação da igreja instituída, os fomentadores das divergências encontram meios de sobrevivência criando sites, blogs, ministérios independentes e até mesmo instituições, com staff  e gerenciamento próprio, desenvolvidos à parte do corpo da igreja. Alguns, mesmo desligados da igreja pela decisão da maioria, ainda insistem em afirmar que são adventistas genuínos, permanecendo infiltrados no meio do movimento, gerando oposição, mas agindo como se de fato dele fizessem parte.

Como afirmado pelo Pastor Alberto Timm,

"Praticamente todos os ministérios autossustentáveis alegam apoiar a Igreja Adventista do Sétimo Dia, sua liderança, mensagem e missão. Mas nem sempre essa é a realidade. Ao mesmo tempo em que existem ministérios que apoiam a igreja, também há aqueles que competem com a igreja, acusando-a de apostasia do assim chamado “adventismo histórico” como eles o entendem" - Timm, Revista do Ancião (Julho - Setembro de 2011).
As principais contradições nesses chamados "ministérios independentes" opositores, formados por leigos, são: O desequilíbrio na exposição e adoção do regime alimentar; a falsa compreensão da natureza divino-humana de Jesus vista como caída; o anti-trinitarianismo, que relega posições inferiores ao Filho e ao Espírito Santo em relação ao Pai; a rejeição da personalidade do Espírito santo; a equivocada perspectiva escatológica em relação a última geração da igreja sob exigência perfeccionista; a supervalorização da autoridade e compreensão do dom profético em Ellen White, bem como uma leitura criticista desses escritos; um espírito de independência e rejeição das autoridades constituídas na igreja; uma proposta de desvio da forma de administração das finanças da igreja, entre outras. A palavra independente já diz tudo: Não estão dispostos a responder ao corpo da igreja pelas suas falas e atitudes, mas são sustentados a parte dela, e não admitem interferência da liderança instituída pelo corpo da igreja.

Acerca do último ponto, lembro - me da fala de certo colega. Em sua avaliação, por trás de toda rebelião e independência na igreja, surge, mais cedo ou mais tarde, o desejo de serem eles, os rebeldes, os receptores dos recursos financeiros dos incautos que se agregam a seu movimento. Vê-se que de início, estes sempre se parecem generosos, desejosos apenas de repartir uma "nova luz". Em seguida, para que não sejam censurados, buscam promover o descrédito na liderança e na Organização.

A última fase vem com o apelo do dinheiro. Esses bons cristãos, que em outro tempo eram fiéis contribuintes da igreja, interessados no desenvolvimento de sua missão, agora se encontram em dúvidas se devem continuar mantendo um movimento que a seus olhos, se aparenta "apostatado". Recebem então a sugestão de que os dízimos e ofertas devem ser direcionados para a conta desses novos mestres, com seus ministérios e instituições independentes.

Bom lembrar que todas essas ideias apresentadas pelos opositores não são novas, apesar de serem apresentadas como novidades. Foram em algum tempo passado, confrontadas e superadas dentro do movimento. Mas a nova geração, desconhecendo os problemas e as soluções para cada uma delas, propagam como se fosse "nova luz". E quase sempre, os menos orientados dentro da teologia histórica da igreja acabam sucumbindo.

Conselhos de Ellen White


Falando nisso, é bom relembrar alguns conselhos de Ellen White sobre essa ênfase em novidades, impostas contra o senso comum da igreja.

Em primeiro lugar, ela entendia que as ideias devem ser testadas pelo corpo da igreja, especialmente pelos que ocupam "posição de responsabilidade", à luz das Escrituras:

"Nossos irmãos devem estar prontos a analisar, com sinceridade, todo ponto controvertido. Se um irmão está ensinando um erro, os que, se acham em posição de responsabilidade devem tomar conhecimento; e se está ensinando a verdade, devem colocar-se ao lado dele. Todos devemos saber o que está sendo ensinado entre nós; pois se é verdade, precisamos dela. Todos nos achamos em obrigação para com Deus, quanto a conhecer o que Ele nos envia." — Obreiros Evangélicos, pag. 300, 301.
Além disso, disse também que grande mal vem quando uma voz se isola da igreja, pretendendo uma luz à parte do corpo de crentes:

"Deus não esqueceu o Seu povo, escolhendo um homem isolado aqui e outro ali, como os únicos dignos de que lhes confie a verdade. Não dá a um homem luz contrária à estabelecida fé do corpo de crentes. Em toda reforma, surgiram homens pretendendo isso. Paulo advertiu a igreja de seu tempo: 'Dentre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si'. Atos 20:3. O maior mal ao povo de Deus vem por intermédio dos que saem de seu meio, falando coisas perversas. Por eles é blasfemado o caminho da verdade[...]


[...] Ninguém confie em si mesmo, como se Deus lhe houvesse conferido luz especial acima de seus irmãos. Cristo é representado como habitando em Seu povo, e os crentes, como 'edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor, no qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito'. Efésios 2:20-22. [...] -- Testemunhos para a Igreja 5:291-293.
Por fim, ela nos orienta que a melhor atitude de alguém que pretenda possuir uma nova luz deve ser humildade para mais aprender do que ensinar. E se forem rejeitadas suas ideias, eles deveriam atender ao conselho dos "irmãos mais experientes":
"Existem mil tentações disfarçadas, preparadas para os que têm a luz da verdade; e a única segurança para qualquer de nós está em não recebermos nenhuma nova doutrina, nenhuma interpretação nova das Escrituras, antes de submetê-la à consideração dos irmãos de experiência. Apresentem-na a eles, com espírito humilde e pronto para aprender, fazendo fervorosa oração; e, se eles não virem luz nisto, atendam ao seu juízo, porque 'na multidão de conselheiros há segurança'." Provérbios 11:14. —Testemunhos para a Igreja 5:293.
É claro o princípio estabelecido por Ellen White de que a IASD sempre será uma inquiridora da Verdade. O credo da igreja será sempre a Bíblia e ela sempre estará aberta a novas verdades que as Escrituras revelarem. Porém,  depois de serem analisadas, todas as doutrinas que não passarem pelo crivo das Escrituras e forem rejeitadas pelos que se acham "em posição de responsabilidade", os "irmãos experientes" (aqueles que pelo seu trabalho à frente da igreja se mostraram capazes de maiores responsabilidades e têm preparo), essa dita "nova luz" deve ser rejeitada, pois Deus sempre fala a um povo, e não a um indivíduo isolado. Assim era a atitude defendida por Ellen White e mantida pelos pioneiros da IASD, e assim se tem mantido até hoje, embora desde os primeiros dias da igreja houvesse aqueles que se rebelassem, criando cismas em nosso movimento. A lista é longa. Quando falta humildade para submeter-se, haverá sempre rebeldia e independência. E isso não é uma virtude, e sim o mesmo espírito de insubmissão daquele que desde o principio tem sido o fomentador das mentiras que causam divisão na família de Deus.

Documentos e Orientações Atuais


Para confrontar esses ministérios e organizações independentes que operam contrárias à igreja como um corpo bem com para auxílio dos irmãos fiéis sobre a maneira correta de lidar com as pessoas envolvidas, temos notícia de que desde 1992, a Divisão Norte-Americana publicou o livro Issues: The Seventh-day Adventist Church and Certain Private Ministries ([Silver Spring, MD]: North American Division, [1992]), além do documento “NAD Action on Private Organizations” (Adventist Review, 3 de dezembro de 1992, p. 4-7). Em escala mundial, em agosto de 2000 a própria Associação Geral produziu e publicou os documentos “Report on Hope International and Associated Groups” (Adventist Review, agosto de 2000, p. 34-37) e “Decision on Hope International and associated groups by a General Conference-appointed committee” (Ministry, agosto de 2000, p. 28- 31).

Seguindo o pensamento de unidade proposto pela igreja, e a exemplo da Divisão Norte-Americana e da própria Associação Geral, também no território da Divisão Sul-Americana, em 2010 a igreja se pronunciou sobre o assunto através do voto 2010-117 intitulado “Unidade de Doutrina e Missão”, que diz o seguinte:



“Considerando que a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) foi suscitada por Deus como movimento profético em preparação para a segunda vinda de Cristo (Daniel 8:14; Apocalipse 10:10, 11; 14:6-12), e que ‘no mundo só existe uma igreja que presentemente se acha na brecha, tapando o muro e restaurando os lugares assolados’ (Ellen G. White, Testemunhos Para Ministros, p. 50);

“Convictos de que aos adventistas do sétimo dia foi confiada por Deus a missão de proclamar as três mensagens angélicas ‘a cada nação, e tribo, e língua, e povo’ (Apocalipse 14:6-12), e sendo que ‘nenhuma obra há de tão grande importância’ como esta, eles não devem permitir que projetos particulares ou qualquer outra coisa os desviem dessa sagrada missão (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 19);

“Sendo que a unidade orgânica da igreja como corpo de Cristo é essencial para o cumprimento da missão (João 17:21; 1 Coríntios 1:10; 12:12-27), e que Deus ‘está guiando, não ramificações transviadas, não um aqui e outro ali, mas um povo’ (Ellen G. White, Testemunhos Para Ministros, p. 61);

“Não recomendarmos as atividades de qualquer ministério, grupo ou pessoa que se sente na liberdade de (1) difamar a igreja de forma pública ou privada; ou (2) promover teorias doutrinárias em desacordo com as 28 Crenças Fundamentais da IASD, tais como o antitrinitarianismo e a negação da personalidade do Espírito Santo, o perfeccionismo e a teoria de que Cristo veio com uma natureza humana moral e espiritualmente caída, questionamentos ao dom profético de Ellen G. White, especulações escatológicas, desequilíbrio na área da saúde, etc.; ou (3) aceitar dízimos; ou (4) exercer suas atividades sem o apoio da liderança da respectiva organização responsável por aquele território (União de igrejas/Associação/Missão local).

“Diante dos prejuízos que podem ocasionar à unidade da igreja e ao cumprimento de sua missão, nenhuma pessoa ou ministério com alguma dessas características deve ser convidado a participar em atividades da igreja.

“Reconhecemos, porém, a importante contribuição de pessoas e grupos que investem seu tempo e recursos pessoais no desenvolvimento de planos e estratégias de apoio à igreja no cumprimento de sua missão. O espírito de colaboração e apoio dessas pessoas e grupos têm sido fundamental à proclamação do ‘evangelho eterno’ a todo mundo (Apocalipse 14:6).”
Para aqueles que têm dúvidas sobre a maneira de lidar com esse espírito de independência, esse documento representa a posição oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia no território da Divisão Sul-Americana, consoante com a orientação da igreja na esfera mundial. Cada membro da igreja deve avaliar cuidadosamente os postulados dos ministérios independentes à luz dos princípios acima expostos.

Concluindo


As crises sempre existiram e sempre existirão e penso que ganharão magnitude à medida que avançamos para o tempo do fim de todas as coisas e da vinda de Jesus. Todavia não estamos sem orientação sobre como agir. Se alguma ideia com roupagem de verdade surgir, busquemos saber se foi analisada pelos mais experientes e foram aceitas. Se foram testadas e rejeitadas, não há virtude em agirmos à parte da igreja instituída. Trabalhemos unidos na missão, recusando sempre ideias e pensamentos que buscam dividir as forças do corpo da igreja.  (Claudio Soares Sampaio)

Recomendo leitura: O Outro Poder


http://pastorclaudiosampaio.blogspot.com 
diponível para compilação, desde que a fonte seja citada

4 comentários:

  1. Deus não levantou homem individual, o que dizer de Moisés, Jó,Abraão etc? Se o dízimo tá errado e se Ellen G. White errou, por que não consertar aquilo que está errado, visto não ser verdade? Todos falam de Malaquias para dá sustentação do argumento do dízimo e estudando-o, vejo engano ai. OU estou enganado? Grato pelo que escreveu, mas não grato pelo contraditório. Sem mais, Galhardo.

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    1. Olá, A Igreja, obrigado pelo comentário. Sobre sua fala, é bom fazer uma distancia entre os profetas e os apóstolos. Eles são a base da igreja que está edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas (Ef 2:20). Eles se tornam para a comunidade de crentes o "cânon", a "vara de medir", a "regra da fé" por trazerem a primeira revelação que dá origem a comunidade de fé. Novas revelações podem vir, mas serão sempre medidas por esta, a primeira. Abraão foi chamado para uma preservação da tradição, não para trazer uma alternativa diferente para o que Deus já havia estabelecido. Apenas recebeu uma missão maior.

      Sobre Malaquias 3, o que alguns argumentam é que está no antigo pacto para sustento de levitas, e uma vez que passou o tempo dos levitas, passa o dizimo como o dever dos crentes do novo pacto.

      Mas observe que Paulo fala de similaridades entre os que viviam do altar e deixavam de trabalhar para viver apenas para o evangelho em 1Co 9. Inclusive faz referencia à "Lei" (1Co 9:8-9). Se o dízimo existia antes dos rituais levitas, conforme Gn 14:18-20, porque estaria fadado a ser esquecido e abolido pelo simples fato de o ministério levita haver passado? A manutenção daqueles que se colocam a serviço da igreja é reforçado por Paulo e também o ideal que sejam mantidos pela igreja. O que ele deixa visível é que o mesmo sustento estabelecido para o sacerdócio deve ser para os ministros dos tempos cristãos. Se há um modelo perfeito para isso, é o do dízimo. E se nada das Escrituras nos deixam abertos para abolir esta pratica e ela tem se mostrado justa para todos (um percentual único), para que estabelecer outra?

      Sobre Ellen White haver errado, isso pode ser analisado com mais calma. Um profeta sempre pode agir como pessoa, pois haverá os momentos em que ele é apenas um homem ou mulher comum. Mas no momento em que fala inspirado por Deus, há uma autoridade divina em suas falas. Exemplo quando Davi comunica a Natã que irá construir o Templo. Natã responde que ele deve faze-lo, mas depois diz que Deus tem uma mensagem e que ele não deveria fazer o que planejou. O profeta errou? Não. O homem pode ser limitado em sua visão, mas quando esse homem ou mulher assume o papel de profeta e fala em nome de Deus, sua palavra é infalível.

      Leia este assunto: "A Bíblia Como Regra de Fé e a Fé Depois da Bíblia" em http://pastorclaudiosampaio.blogspot.com.br/2013/09/a-biblia-como-regra-de-fe-e-fe-que-vai.html

      Obrigado pelos comentários. Volte a comentar.

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    2. A áurea vara de medir não tem sido colocada nas mãos de qualquer homem finito ou de qualquer classe de homens seja qual for a sua posição ou vocação, mas está nas mãos do arquiteto celestial. Se os homens não se entremeterem nos planos de Deus, e O deixarem trabalhar sobre os espíritos e os caracteres, edificando-os de acordo com os Seus planos, realizar-se-á uma obra que permanecerá através das mais severas provas.*Para estudo posterior: Testimonies for the Church 6:247, 248; Testimonies for the Church 7:39, 152, 194-196; Obreiros Evangélicos, 80; Testemunhos Selectos 3:152, 153.

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    3. Olá Jeferson

      Obrigado pelo comentário.

      Só não entendi o teor nem o propósito. Mas grosso modo, penso que sua fala apenas endossa a matéria acima. A "vara de medir" é divina. Mas se tinha outra intenção, gostaria de tecer o seguinte comentário:

      Em questões acadêmicas ou teológicas, não devemos pegar uma citação isolada e desprezar as demais, no que se refere ao apelo a autoridade de determinado autor. Somente citações comparadas esclarecem melhor. Nesse caso, leia Atos 15, especialmente os vv.v 28-v 29: "Pareceu bem a nós e ao Espírito Santo...".

      O que se entende é que a vara de medir (canon) está nas mãos de Deus. E a igreja deve ser submissa a ela. E ainda que seja possível os homens trabalharem sob a supervisão divina, Também não haverá NUNCA essa chamada "independência", denunciada pelos textos citados nesse artigo acima ou no abaixo:

      "“Alguns têm apresentado a idéia de que, ao aproximarmo-nos do fim do tempo, cada filho de Deus agirá independente de qualquer organização religiosa. Mas fui instruída pelo Senhor de que nesta obra não há isso de cada qual ser independente. As estrelas do céu estão todas sujeitas a leis, cada uma influenciando a outra para fazer a vontade de Deus, prestando obediência comum à lei que lhes dirige a ação. E, para que a obra Do Senhor possa avançar sadia e solidamente, Seu povo deve unir-se." - Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 406.

      Concluo que dentre o povo do Senhor, haverá uso de homens de talentos que serão usados por Deus individualmente. Mas a partir daí, sugerir que esteja contra o seu corpo, opondo-se a ele, não cabe nem na Bíblia nem nos Testemunhos.

      Abraço e volte a comentar.

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