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O Sábado se Perdeu no Tempo?




Algumas pessoas alegam que não podemos saber se o sábado da criação é o mesmo até hoje, e dizem , com a consciência tranquila: "Já que ele se perdeu, eu guardo o dia que eu quiser" mas, na verdade, não guardam nem mesmo o dia em que consideram dizem ser o dia de guarda. Vamos analisar pela Bíblia e pela História: 

Quando se prova pelas Escrituras Sagradas a perpetuidade do Sábado da criação, alguém diz: "Perdeu-se o cômputo do tempo. Ninguém sabe, portanto, que dia da semana foi o Sábado original; e o Senhor não considerará alguém responsável por não guardar o Sábado, quando ninguém pode dizer que dia da semana é Sábado".

O Senhor é justo; e nunca exigirá de alguém que faça o impossível. Portanto, se o Sábado da criação ainda é imposto ao homem, deve haver algum modo de determinar que dia da semana é, agora, o sábado original.

Por meio de um cuidadoso estudo dos dias da semana, e da cronologia, à luz da Bíblia e da História, é-nos claramente demonstrado que nenhum tempo se perdeu, mas que foi guardado desde o princípio um acurado relatório da sucessão dos dias, semanas, meses e anos; de maneira que podemos Ter certeza de que o Sábado é agora o mesmo que o sétimo dia original da primeira semana do mundo.

O SÁBADO SEPARADO POR DEUS NA CRIAÇÃO


O Sábado do Senhor foi instituído na criação, da seguinte maneira: O Criador descansou no primeiro sétimo dia do tempo, e o abençoou e santificou – separou-o para uso santo. ( Gênesis 2:1-3 ). Do fato que "o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou", depreende-se que Seu descanso no primeiro sétimo dia do tempo tornou esse sétimo dia, o dia de descanso do Senhor – o Sábado do Senhor ( Êxodo 20:11 ). Segue-se, portanto, que cada sétimo dia que sucedesse desde a criação seria o Sábado do Senhor enquanto o Sol brilhasse e a Terra girasse sobre seu eixo; e tal fato não terá mais possibilidade de ser mudado que a de um homem mudar o dia de seu aniversário.

Quando o Senhor tirou Israel do Egito, em 1491 A.C., provou esse povo sua lealdade para com Ele pela observância do Sábado da criação, de acordo com Sua santa lei. ( Êxodo 16;4 e 5, 16-28). Enviou-lhes o maná durante seis dias da semana, mas nenhum maná podia ser guardado de um dia para o outro em qualquer dos seis dias da semana. Porção dupla, suficiente para dois dias, era ajuntada no sexto dia, e o que era deixado para o dia seguinte não se estragava. Nenhum maná caía no sétimo dia; e os que saíam a procurá-lo não o encontravam, e eram censurados por assim estarem fazendo.

Por este tríplice milagre do maná continuou Deus, por quarenta anos, a ensinar a Israel a santidade e obrigatoriedade do definido Sábado da criação, como também a fazer-lhes lembrar sua chegada. Isto indubitavelmente prova que a sucessão do sétimo dia da semana não tinha sido permitida em 1491 A.C.

A penalidade para a voluntária e presunçosa desobediência do mandamento do Sábado, como a de outros mandamentos era a morte; mas Deus nunca teria punido assim a qualquer pessoa pela profanação do Sábado, caso não um meio de saber qual o sétimo dia da semana. ( Êxodo 31:12-17; Números 15:32-36 ).

Durante o tempo dos reis de Judá e de Israel, repetidas vezes reprovou Deus a Seu povo por profanarem o Sábado, ameaçando-os de cativeiro, a menos que cessassem de profanar o Seu santo dia. ( Ezequiel 22:26; Isaías 58:13 e 14; Jeremias 17:21-27 ). Evidentemente, devem Ter sabido que dia da semana era o verdadeiro Sábado, do contrário Deus não os teria ameaçado de punição por profaná-lo.

O SÁBADO NÃO ESTAVA PERDIDO NOS DIAS DE CRISTO


Enquanto Cristo esteve aqui na Terra, reconheceu ser o Sábado então observado pelos judeus o verdadeiro Sábado, dizendo de Si mesmo: "Assim o Filho do homem até do Sábado é Senhor". Marcos 2:28. E isto Ele não poderia Ter dito caso não fosse aquele dia o legítimo Sábado da criação.

Diz o Novo Testamento que as mulheres que foram ao sepulcro de Jesus a fim de Lhe ungir o corpo, "no Sábado repousaram, conforme o mandamento" Lucas 23:56. Visto que o mandamento do Sábado requer a observância do sétimo dia original, separado na criação, e que elas "no Sábado repousaram, conforme o mandamento", devem, devem ter guardado o Sábado original da criação; de modo que nenhum tempo poderia ter-se perdido no ciclo semanal antes daquele período.

Todos os escritores cristãos antigos declaram que Cristo foi crucificado na Sexta-feira, o dia anterior ao "Dia de Saturno", ( Sábado ); daí a expressão "Sexta-feira da Paixão", aplicada ao dia que tem sido guardado em comemoração de Sua crucifixão. Os mesmos escritores cristãos afirmam que Jesus ressuscitou dos mortos no Domingo; e a grande maioria dos cristãos observa por isso o primeiro dia da semana. São fatos que nenhuma pessoa bem informada negará.

O TESTEMUNHO DA NAÇÃO JUDAICA


Os judeus de todo o mundo têm sempre considerado o sétimo dia da semana, ou Sábado, como o Sábado de Jeová. E isto apenas para reafirmar um fato corrente que é reconhecido por todos.

Onde há uma cidade na face da Terra, hoje em dia, em que não haja habitantes judeus? Mesmo nas mais longínquas vilas e aldeias, ali estão os negociantes judeus. Repetidas vezes têm as nações determinado exterminar todos os judeus, dentro de seus limites. Têm sofrido tanto nas mãos dos maometanos como nas dos cristãos; no entanto têm persistentemente mantido sua identidade nacional, e ainda são reconhecidos em toda parte do mundo civilizado, como descendentes de Abraão.

E justamente com a mesma tenacidade com que se têm aferrado à sua nacionalidade, têm-se apegado à preservação do Sábado que lhes foi confiado no Sinai pelo próprio Jeová. Onde quer que encontreis um judeu hoje, observe ele o Sábado ou não, achá-lo-eis ensinando que o Sábado é o único dia de descanso de Deus, e se observar qualquer dia, será este o Sábado, o sétimo dia da semana.

É de todo impossível que uma nação que tão persistentemente se apega a seus característicos perdesse, com absoluta unanimidade, em meio de todas as nações civilizadas, e todos ao mesmo tempo, o dia exato que observam como Sábado de descanso, e que então todos esses mesmos judeus, com absoluta unanimidade, começassem a observar outro dia, e que nenhuma pessoa, judeu ou gentio, estivesse a par do que do que se passara. O testemunho da nação judaica, quanto à identidade do descanso do sétimo dia, é argumento absolutamente irrefutável.

Eis, portanto, uma prova que não pode, de modo algum, ser posta de lado. A observância universal do dia pela nação judaica, conforme lhe foi ordenada pelo próprio Criador no monte Sinai, apresenta evidências concernentes ao literal Sábado de descanso do sétimo dia, que toda pessoa bem faria em considerar cuidadosamente, antes de se encontrar com o Autor do Sábado, à barra do tribunal.

O SÁBADO E A SEMANA EM ANTIGOS RELATÓRIOS


Alguns documentos históricos revelam que as nações da antigüidade tinham e preservavam o conhecimento do Sábado da criação e a semana de sete dias.

Uma porção do quinto ladrilho da criação reza assim: "No sétimo dia designou Ele um dia santo, e que cessassem todo o negocio que Ele ordenara". – Hours with the Bible, Geikie, Vol. 1, p. 35.

"O sétimo dia é dia sagrado; o rei das nações não deve comer carne assada ao fogo, ou alimento preparado no fogo. (...) ’Ele não deve dar audiência, nem chamar o médico. A noite deve o rei oferecer sacrifícios a fim de que suas orações sejam aceitáveis’. Tais eram as leis de Babilônia, concernentes ao Sábado, mesmo antes do tempo de Abraão". – The Bible and the Spade, p. 86.

Homero diz: "Então chegou o sétimo dia, que é santo". E outra vez: "Era o sétimo dia, em que todas as coisas foram acabadas, ou aperfeiçoadas". – The Literature of the Sabbath Question, Cox, Vol. 1, pp. 275 e 276.

Nomes foram dados aos sete dias da semana séculos antes de Cristo. "O primeiro culto de Babilônia e da Assíria era prestado ao Sol, à Lua, e a cinco planetas dos quais foram derivados a semana de sete dias e os nomes desses dias". - Hours with the Bible, Geikie, Vol. 4, p. 158.

"A semana é um período de sete dias, sem relação alguma com os movimentos celestes – fato a que deve sua inalterável uniformidade". "Os antigos saxões haviam tomado a semana emprestada de alguma nação oriental, e substituíram os nomes de suas próprias divindades pelos dos deuses da Grécia", como segue:

LATIM

INGLÊS

SAXÃO




Dies Solis

Sunday

Sun’s day

Dies Lunae

Monday

Moon’s day

Dies Martis

Tuesday

Tiw’s day

Dies Mercuri

Wednesday

Woden’s day

Dies Jovis

Thursday

Thord’s day

Dies Veneris

Friday

Frigg’s day

Dies Saturni

Saturday

Seterne’s day

Fonte: Encyclopaedia Britannica, artigo "Calendar".

Em 1886, o Rev. Willian Mead jones publicou "Uma carta dos dias da Semana, Mostrando a Ordem Inalterada dos Dias e a Verdadeira posição do Sábado, Segundo é Provado pelo Testemunho Combinado das Línguas Antigas e Modernas". Nesta carta, dá-nos ele o nome dos dias da semana em 160 línguas antigas e modernas, e 108 dessas 160 línguas chamam ao sétimo dia "Sábado".

Se tão harmonioso testemunho da história e das línguas pode estabelecer inquestionavelmente um fato, devia então silenciar para sempre todos os sofismas quanto a se ter o ciclo semanal perdido, a ponto de não podermos saber qual o primeiro ou o último dia da semana.

O DIA LONGO DE JOSUÉ


Aprendemos de Josué 10:10, 12 e 13, que o Sol parou quase meio-dia. Esse dia longo é também mencionado na história chinesa, bem como na antiga história egípcia. O professor Totten, que dedicou a esse dia longo especial o mais cuidadoso estudo, diz: "O fato fundamental que disso resulta é que, a despeito de toda esta modificação do calendário, torna-se patente que a raça humana nunca perdeu a seqüência setenária dos dias da semana, e que o Sábado desses últimos tempos chega até nós desde Adão, através do Dilúvio, passa pelo dia longo de Josué, pelo relógio de Acaz, e sai do sepulcro do Salvador sem um simples lapso". – Citado em "All about the Bible", pp. 284-287.

OS CALENDÁRIOS JULIANO E GREGORIANO


Pelo calendário juliano, que foi introduzido por Júlio César em 46 A.C., o ano devia constituir ordinariamente de "365 dias, e cada quatro anos devia hver um ano bissexto, de 366 dias – considerando-se assim a extensão do ano como de 365 ¼ dias, embora realmente fosse de 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 50 segundos, ou 11 minutos e 10 segundos menos".

"Tão comparativamente perfeito era o método juliano de calcular o tempo, que prevaleceu geralmente entre as nações cristãs, e permaneceu intato até que o contínuo acúmulo do restante erro de onze minutos, mais ou menos, tivesse alcançado, 1.582 anos depois do nascimento de Cristo, 10 dias completos; caindo o equinócio vernal em onze, em vez de vinte e um de março, como caiu por ocasião do Concílio de Nicéia, 325 anos depois do nascimento de Cristo. Esta mudança de dias havia causado grande perturbação, por tornar incerto o tempo da celebração da Páscoa, e portanto de todas as outras festas móveis. E, por isso, o Papa Gregório XIII, depois de profundos estudos e cálculos, ordenou que se deduzissem 10 dias do ano 1582, passando o dia em que, de acordo com o velho calendário, seria chamado cinco de outubro, a denominar-se quinze de outubro de 1582; e para que o deslocamento não se repetisse, foi mais tarde resolvido que cada centésimo ano ( 1800, 1900, 2100, etc. ) não fosse considerado ano bissexto, exceto todo quadrigentésimo ano, a começar do ano 2.000. Desta maneira a diferença entre o ano civil e solar não chegará a um dia, em 5.000 anos. Na Espanha, em Portugal e em parte da Itália, o Papa foi exatamente obedecido. Na França, a mudança foi feita no mesmo ano, chamando-se ao dia dez, vinte de dezembro. Nos Países Baixos, a mudança foi de quinze de dezembro para vinte e cinco". – Chamber’s Encyclopaedia, artigo Calendar.

A Inglaterra continuou a seguir o calendário juliano até 1752, achando-se então onze dias atrasada, e portanto, "decretou que fossem omitidos onze dias depois de dois de setembro de 1752, de modo que o dia imediato passasse a ser catorze". – Ibidem.

As datas da história com base no calendário juliano são chamadas o "Velho Estilo". As baseadas no calendário gregoriano são chamadas de "Novo Estilo".

Esta diferença de dias ocasionada pela mudança do velho para o novo estilo, não quebrou o ciclo semanal; pois todas as nações que fizeram essa mudança em diferentes épocas, têm o mesmo ciclo semanal. Os dias da semana de Domingo a Sábado são os mesmos em todas as nações civilizadas do mundo, hoje.

É, portanto, bem evidente que, em todas as partes do globo, há absoluta uniformidade no reconhecimento dos vários dias da semana. Além disso, não vos parece isto um subterfúgio cujo fim é evitar a clara evidência, no Livro inspirado, concernente ao dia que deve ser observado como santo a Jeová, o Seu santo Sábado, quando o povo diz não saber qual é o sétimo dia da semana? Se crermos no Deus Todo-Poderoso; se crermos ser Ele o Criador do universo estelar; se crermos ser Ele o autor da Bíblia; se crermos que deu o Sábado como uma bênção para a humanidade e que ordenou sua observância – devemos então crer também que tem poder para fazer com que Suas criaturas aqui na terra conservem a contagem exata de um dia que Ele de maneira tão clara e definida separou como santo, a fim de que fosse como tal observado.

Os argumentos acima, baseados na Bíblia e na História, todos concorrem para provar que a sucessão setenária dos dias da semana e o Sábado, chegam até nós inalterados desde a criação. Nosso Sábado, o sétimo dia da semana, é, portanto, o sétimo dia original em sucessão, desde a criação, e o que ali fora consagrado para adoração do Criador. E Sábado após Sábado virá toda carne a adorar a Deus, na nova Terra, através dos séculos intérminos da eternidade ( Isaías 66:22 e 23 ).

Texto extraído de um folheto adventista

4 comentários:

  1. O mês hebraico era lunar, começava com a noite em que lua acrescente aparecia. O 1 º dia do mês foi chamado de lua nova. SDA Bible Dictionary, revised edition, (Review & Herald Publishing Association, 1979), Commentary Series, Vol. 8, see pp. 757-758.

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  2. A Lua Nova ainda é, e o sábado foi originalmente, dependente do ciclo lunar... Originalmente, a Lua Nova era celebrada da mesma forma como o sábado; gradualmente tornou-se menos importante, enquanto o sábado se tornou mais e mais um dia de religião e de humanidade, de meditação e instrução religiosa, de paz e deleite da alma. “Holidays”, Universal Jewish Encyclopedia, 1899 ed.,p. 410.

    Com o desenvolvimento da importância do sábado como um dia de consagração e a ênfase colocada sobre o significativo número sete, a semana tornou-se mais e mais distante da sua conexão com a lua. . . . The Universal Jewish Encyclopedia, Isaak Landman (ed.), Vol. X, “Week,” (1943 ed.), p. 482.

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  3. Com a destruição do Templo (70 DC), os saduceus desapareceram por completo, deixando a regulamentação de todos os assuntos judaicos nas mãos dos fariseus. Daí em diante, a vida judaica foi regulamentada pelos fariseus; toda a história do judaísmo foi reconstruída a partir do ponto de vista dos fariseus, e um novo aspecto foi dado ao Sinédrio do passado. A nova cadeia de tradição suplantou a antiga tradição sacerdotal (Abot 1:1). Farisaísmo moldou o caráter do Judaísmo bem como a vida e o pensamento dos judeus para todo o futuro. “Pharisees,” The Jewish Encyclopedia, Vol. IX, (1901-1906 ed.), p. 666.

    Como resultado da perseguição extrema associada com qualquer tentativa de usar o calendário bíblico, Hillel II, o último presidente do Sinédrio, criou um calendário reformado.
    Declaração do novo mês pela observação da lua nova, e o ano novo pela chegadada primavera, são decisões que só poderiam ser tomadas pelo Sinédrio. No tempo de Hillel II [4 século CE], o último presidente do Sinédrio, os romanos proibiram esta prática. Hillel II foi, portanto, obrigado a instituir o seu calendário modificado, dando assim antecipadamente a autorização do Sinédrio para os calendários de todos os anos futuros. “The Jewish Calendar and Holidays (incl. Sabbath)”: The Jewish Calendar; Changing the Calendar, www.torah.org, ênfase provida por este site.

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  4. Este método de observação e intercalação foi usado durante todo o período do segundo templo (516 aC - 70 dC), e cerca de três séculos depois de sua destruição, sempre que houvesse um Sinédrio independente. No quarto século, no entanto, quando a opressão e a perseguição ameaçaram a existência do Sinédrio, o patriarca Hilel II deu um passo extraordinário para preservar a unidade de Israel. . . ele fez público o sistema de cálculo do calendário que até então tinha sido um segredo bem guardado. Ele tinha sido usado no passado apenas para verificar as observações e depoimentos de testemunhas, e para determinar o início da temporada de primavera... "Arthur Spier, The Comprehensive Hebrew Calendar," (Jerusalem and New York: Feldheim Publishers, 1986), pp. 1-2, ênfase provida por este site.

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