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Provérbios 13:24 e Vara da Disciplina: Os Limites da Aplicação do Texto



"Aquele que poupa a vara aborrece a seu filho..." - Provérbios 13:24.

 O texto de Provérbios 13:24 tem sido uma fonte inesgotável de reflexão por parte daqueles que buscam seriamente educar seus filhos. Mais recentemente, com a proposta da vulgarmente chamada "Lei da Palmada", da Deputada Maria do Rosário em 2003, que proíbe o uso de castigos físicos em crianças, ele tem sido reavaliado de forma destacada. O fato é que na maioria dos casos, os crentes se vêm desconfortáveis diante da sugestão de que não se deve fazer uso do castigo físico na educação de suas crianças, uma vez que o texto em análise propõe que a "vara" deve, desde cedo, ser parte integrante da disciplina dos filhos. Assim, gostaria de reavaliar este texto, apresentando alguns apontamentos em busca de uma resposta bíblica para esse dilema dos pais. Para melhor clareza, esclareço que sempre quando usar o termo "castigo físico" sem maiores explicações, me refiro àquilo que o senso comum define como "surra", que enfim, se trata de um mero eufemismo para "espancamento doméstico". Além disso, gostaria de deixar claro que respeito opiniões alternativas e me disponho a interagir com aqueles que discordarem de minhas ideias. A questão é: Pode-se usar o texto de Provérbios 13:24 para justificar o castigo físico em crianças no processo da educação familiar?

Verdade é que em países como a Alemanha, Suécia, Finlândia, Noruega e outros, o uso de castigos corporais em crianças já é tratado como crime desde muito tempo. O problema vem quando se avaliam as estatísticas no Brasil. Segundo informações do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (SIPIA), só em 2005, foram registrados 70 mil ocorrências envolvendo violência contra crianças e adolescentes, o que daria uma média de 189 por dia. E entre os anos de 1995 a 2005, 50% das 496.398 ocorrências, os pais foram apontados como agressores. Atualizando ainda mais os dados, há notícia de que só em 2012,  77% das denúncias pelo "Disque 100" (o que equivale a 120.344 dos casos) são referentes a violências contra crianças e adolescentes. Isso daria uma média de 10.940/mês e 344/dia! Além disso, o "Disque denúncia 181" criado em 2000 em São Paulo, deu conta de 6.603 denúncias de maus tratos contra crianças no período  de janeiro a outubro de 2012 (aqui). O mais surpreendente é que o site AprendiZ expôs o resultado de uma pesquisa realizada nos EUA, na qual 57% dos entrevistados afirmaram acreditar que mesmo uma criança de 06 meses pode merecer uma surra! [aqui].

A tentativa de imposição dessa lei visa coibir esses exageros na aplicação da educação da criança. Por isso, muitos slogans têm sido veiculados, como aquele "Quem ama, educa", sugerindo que o amor está ligado à tarefa de educar, e não de castigar fisicamente. Curiosamente, o texto de Provérbios 13:24 afirma que quem "ama" a seu filho, não retém a "vara", mas "cedo" o disciplina. A junção de sentidos desses termos sugere que desde cedo, na primeira infância, os pais que de fato amam a seus filhos deveriam fazer uso da "vara" na educação de seus filhos.

É óbvio que há quem use o texto bíblico para justificar uma ou outra vertente em torno da proposta. E curiosamente, é da ala evangélica que mais se erguem vozes a favor dos castigos físicos! Durante a campanha em favor da "Lei da Palmada", o líder evangélico e psicólogo Silas Malafaia se manifestou usando o texto de Provérbios 23:13-14, que afirma que o pai que fustiga a seu filho com a "vara", o livrará do inferno. É óbvio que na dita interpretação do texto, há o entrave do literalismo e o intérprete ignorou o elemento poético presente no texto dos Salmos e Provérbios, que em todo o tempo se vale de licença poética e uso de metáforas e símiles.

Essa aproximação de ideia entre castigos físicos na educação e religião não pertence exclusivamente à mentalidade evangélica moderna, mas ocupa lugar no meio cristão desde muito tempo. Citando Mary Del Priore em seu livro "Religião e Religiosidade no Brasil Colonial", Cristiano da  Silveira Longo propõe que o uso de castigos físicos em crianças no processo da educação teria sido introduzido no Brasil pelos Jesuítas, que eram responsáveis pela educação nas terras tupiniquins, salientando que esse método teria causado indignação nos indígenas [aqui]. Por meio deles, se perpetuou a ideia de que o excesso de carinhos resultava mal para os filhos, e que na relação entre as partes, o amor do pai deveria reproduzir o amor divino, sendo que amar como Deus ama, envolvia castigos físicos e dar exemplo de vida correta, na educação.


Essa perspectiva de religião e educação atreladas a uma falsa compreensão do caráter divino se perpetuou durante muito tempo. Como os introdutores da educação no Brasil foram os Jesuítas, mesmo depois de sua expulsão a partir de 1750, houve um período em que os educadores e professores perpetuariam seu sistema. Além dos pais, os educadores continuaram a se valer da violência para se impor diante de seus alunos e filhos. Embora um avanço tenha sido dado, ao se restringir o uso das varas na educação das crianças mediante castigos no ambiente escolar, a ideia de que a Bíblia justifica o uso da "vara" na condução das crianças ainda prevaleceu na sociedade, fruto de uma moralidade cristã superada. 

Apesar de reconhecer e respeitar a diversidade de ideias subjazentes no texto e no tema, e das propostas contrárias ou a favor desta ou daquela vertente, não há espaço suficiente para aprofundá-las neste ensaio. Mas penso que a base todo o debate no meio cristão é o texto de Provérbios 13:24 e 23:13-14 e o sentido da palavra "vara". Desse modo, gostaria de me demorar um pouco apenas na avaliação desses textos bíblicos clássicos, que centralizam o debate em trono desse tema.

O Comentário Bíblico Adventista faz uma declaração, no mínimo constrangedora, ao comentar esse texto de Provérbios 13:24. Após fazer uma ligação com outras citações no livro, como 19:18; 22:15; 23:13; 14; 29:15, 17, afirma:
A vara pode ser considerada um símbolo de ação disciplinar de várias formas. É adequada para castigos físicos e pode ser especialmente útil quando a criança é nova. Mais tarde, tende a despertar reações indesejáveis, e outras formas de punição se tornam preferíveis. - Francis D. Nicholl, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia Vol 3: pag. 1118.
O aspecto constrangedor do dito texto se refere ao fato de o autor entender que se deve aplicar literalmente o uso da vara na educação de uma criança em seus tenros anos, mas deve ser retirada se ela avança em sua idade. Desse modo, me parece que ele tenta sugerir que uma criança, em sua fragilidade e dependência, na primeira infância está mais adequada para castigos que aquela que pode melhor compreender o uso da força para moldar sua vontade. Talvez esse raciocínio fortaleça a proposta citada antes, de que um bebê de seis meses pode receber uma surra! Não digo que seja esse o raciocínio do autor, mas sim o que ele pode deixar em aberto, com suas palavras. Não creio que elas sejam a melhor aplicação do referido texto.

A palavra "vara" usada nos textos citados é uma tradução livre da palavra hebraica "shévet".  E seguindo o senso comum, em português, o uso que se faz da palavra "vara" e "disciplina", presentes no texto, conduz imediatamente nosso pensamento para a aplicação de castigos físicos. Mas "shévet" (não chevete, lembre-se!), para os hebreus que escreveram o Antigo Testamento, significava "cajado" ou "bastão", designando o bordão que era usado pelos pastores no cuidado das ovelhas. Na interpretação do texto, ao que parece, o apelo vem na direção de usar a vara de autoridade para guiar, orientar, disciplinar como um pastor amoroso e de forma nenhuma, sugere castigos físicos ou brutalidade. 

Alguns textos reforçam essa ideia, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.

Sobre a "vara" e seu uso, temos referência no salmo 23:4, quando o salmista, em diálogo com Deus, afirma que a "Tua vara e o Teu  cajado me consolam", mesmo no "vale da sombra e da morte". Estudiosos entendem que a vara mencionada no texto era a extremidade inferior do cajado do pastor, e tinha seu uso no combate aos lobos e outros animais rapinantes, enquanto que o cajado, a extremidade superior, com sua curvatura, para resgate das ovelhas quando seu braço não podia alcançá-las. Em nenhum caso, sugere espancamento ou agressões, mas sim uma atitude vigilante, como a de um pastor com sua ovelha.


No Novo Testamento, Efésios 6:3-4 há uma injunção aos pais que tem sido usada como justificativa para o uso de castigos corporais aos filhos: "E vós, pais, não provoqueis ã ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor." O termo "e vós pais" ("Καὶ οἱ πατέρες"), presente no início do verso, sugere que as recomendações se aplica à figura paterna. A injunção é a de que os filhos não devem ser provocados à "ira", mas sim, criados na "disciplina e admoestação do Senhor". Conquanto fale aqui de disciplina, uma análise séria e cuidadosa do texto não revela que em algum momento haja abertura para a ideia de que se deve aplicar castigos físicos ou espancamentos nos filhos. O apelo para não provocar à ira (παροργίζω) se acha atrelada à palavra "mas", (conjunção adversativa), que sugere uma ideia de contraste com a frase "criai-os na disciplina e admoestação do Senhor". Criar os filhos na disciplina e admoestação do Senhor seria uma confrontação do ato equivocado de provocar os filhos à ira. Nessa segunda parte do verso, o termo central parece ser o verbo "criar", que em seu sentido correto quer dizer "alimentar", "nutrir", de modo que o alimento e nutrição exposto para que os filhos cresçam em seu pleno desenvolvimento surge no texto como a aplicação da disciplina e da admoestação do Senhor. Isso sugere que criar os filhos, nutrindo-os, envolve a comunicação dos princípios das Escrituras para os filhos, como se acha exposto na exortação presente em Deuteronômio 6:2-7:
"Ouça, ó Israel: O Senhor, o nosso Deus, é o único Senhor. Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças. Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar"
 A mesma injunção acerca de não irritar os filhos, "mas" criá-los na disciplina do Senhor também está presente em Colossenses 3:23. Comentando o texto, o Comentário Bíblico Adventista afirma que o conselho se acha atrelado a uma base moral e não a castigos físícos: 
"'Não irritem.' Este conselho negativo é essencial para que a obediência exigida das crianças esteja fundada em uma base moral. A passagem paralela em Colossenses [3:23] dá o motivo para esta advertência: ‘Para que eles não se desanimem’ (Col. 3:23)." – SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.041.
Sobre o modo equivocado de aplicar a "disciplina do Senhor" envolvendo castigos físicos também parece não encontrar eco nas orientações de Ellen White. Ela mesma diz do modo como educava seus filhos e afirma que "jamais" achou necessário puní-los com castigos físicos:
"Há grande força e bênção em orar em conjunto em nossa família, com os filhos e por eles. Quando meus filhos cometem um erro, tenho conversado bondosamente com eles e então com eles orado; depois disso, jamais achei necessário puni-los. Seu coração se desmanchava em ternura diante do Espírito Santo, que veio em resposta à oração." – Orientação da Criança, pág. 525, grifo meu.
Mesmo o texto contraditório em Provérbios 19:18 onde se diz: "Castiga a teu filho, enquanto há esperança, mas não se exceda a ponto de matá-lo", tão usado para justificar a aplicação dos castigos físicos sobre as crianças não encontra respaldo. Apenas a segunda parte já denota uma aplicação diferente, quando se diz que nãos e pode exceder nos castigos, o que sugere evitar o castigo físico, ou espancamento. Há diversas maneiras de impor um "castigo" a um filho e o melhor deles sempre será uma negação de privilégios ou mesmo supressão de liberdades. Isso tem respaldo de educadores e especialistas da área. O efeito sempre se tem tornado mais positivo, falo de minha experiência como pai.


Concluindo, há um desafio na arte de educar os filhos, especialmente para aqueles que buscam entender a forma adequada segundo os padrões do Evangelho. Embora eu considere que a tutela dos filhos não devesse permanecer em mãos do Estado mas sim sob a responsabilidade dos pais, pelo menos na questão da "Lei da Palmada", entendo que essa determinação em forma de lei corresponde ao conteúdo das Escrituras que afirmam o pleno direito de todos no trato de sua dignidade. Não digo que apoio todo o conteúdo desse Projeto de Lei, mas pelo menos quanto a questão referente à violência contra a criança me posiciono a favor. Considerando que os pequeninos são os mais frágeis elos da corrente de uma sociedade e de um lar, deve-se salvaguardar a sua dignidade de pessoa e dar a eles os mesmo direitos cabidos às demais classes, a saber, o direito de ser tratado como "pessoa", e desse modo, reconhecer seu direito de preservação da integridade física e emocional.

De fato, as possibilidades de aplicação desse texto tem me perturbado, mas essas foram minhas conclusões. De minha parte, afirmo: quem ama, educa. Não espanca, não fere nem tortura de modo intencional, embora em algum momento, se necessário, discipline. - Claudio S. Sampaio, Março/2014.

Leitura complementar:


Cristiano da  Silveira Longo. A Punição Corporal  Doméstica de Crianças e Adolescentes: O olhar de autores de livros sobre a educação  familiar no Brasil  (1981-2000). São Paulo, Leditora, 2002. Pode ser lido em PDF in: http://www.cesarkallas.net


obs: Encontrei este texto ontem, 22/02/2015 e foi grata surpresa ver um opinião convergente. Poderia ter usado referências dele, mas como não da mais tempo, fica a dica:

PROVÉRBIOS 19.18 -- DISCIPLINE, NÃO MACHUQUE SEU FILHO, in: <www.prazerdapalavra.com.br>

 http://pastorclaudiosampaio.blogspot.com

10 comentários:

  1. Muito coerente Pastor Claudio! Achei magnifica o paralelo com o cajado do pastor de ovelhas para esclarecer a ideia defendida pelas escrituras de capa a capa quando propõe a vara na educação. Sou contra a qualquer tipo de agressão às crianças para educação ou para outro fim, no entanto, essa posição vem atrelada a ideia dos inúmeros cuidados e atenções que deve se ter na educação de uma criança, uma vez que esta não deve, jamais, crescer sem orientações, correções e punições. Na minha opinião de educadora e pesquisadora, não podemos esquecer das características e especificidades de cada etapa do desenvolvimento humano. A criança até os 9 anos (aproximadamente) não pensa de forma reflexiva como os adolescentes e adultos. (sim, eu sei que todo pensamento exige ação reflexiva). As crianças menores 'pensam' de forma mais prática (inteligência prática, voltada à ação), o fato de não pensarem reflexivamente, não nos impede de abaixarmos no nível da criança e dialogarmos com ela. Uma sequência de ações positivas por parte do adulto pode sim contribuir para que as crianças se desenvolvam moralmente de forma integra e cada vez menos corrupta.

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    1. Olá, Ellenciria, obrigado desde já pelo seu comentário que muito enriqueceu este debate e reflexão, considerando especialmente o fato de sua formação acadêmica e mestrado na área da educação.

      Me foi muito útil inclusive, duas falas suas.

      A primeira quando diz sobre a idade e a capacidade de reflexão das crianças. De fato, há muitos adultos que agem como criança e querem crianças agindo como adulto, rs.

      A segunda se refere a questão de como lidar com os pequeninos, no qual se inclui a necessidade de punições. Sobre punições, poderia explicitar melhor suas considerações?

      Obrigado pela participação e volte a comentar.

      C.

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  2. rsrsr como defensores da causa, nem é bom ficar comparando os adultos com as crianças nesse aspecto não, (risos), pois, as crianças estão vivendo tudo pela primeira vez, tanto o contato como o mundo, quanto os desafios do desenvolvimento, já os adultos podem ser considerados seres desenvolvidos em potencial e deveriam agir como tal. Melhor não diminuir as crianças. (risos). Quanto às punições Pastor, eu me refiro ao verdadeiro papel do adulto, e em especial os pais e responsáveis, de mediar as experiências sociais, morais e éticas das crianças. Experiências estas que perpassarão pelas escolhas e pelos conflitos e estas ações resultam em consequências. Aqui entra o papel ativo do adulto com sua capacidade de prever, antecipar e auxiliar nos conflitos entre os pares. É preciso mostrar para as crianças que tudo que fazemos traz um resultado positivo ou negativo, e nem sempre podemos voltar atras e fazer novamente para termos resultados diferentes. A ideia central é que a 'punição' ou o 'castigo' precisa estar inteiramente ligado à ação anterior. Exemplo: A criança derramou leite no tapete, o que isso tem a ver com ficar sem televisão?? Não seria mais lógico ter que ajudar limpar o tapete? Sim, mas ai vem o questionamento sobre a estratégia de tirar, por um determinado tempo, o que a criança gosta... Tudo bem, mas na minha opinião, essa estratégia deve entrar quando há um combinado, um diálogo, estabelecido anteriormente. Resumindo... (ser mestre é ter o poder de síntese rsrs) as punições devem estar ligadas à conscientização do processo de ação e reação. Finalizando com o Lino de Macedo: “A criança não erra, mas pensa ou age segundo seu nível de desenvolvimento, segundo o melhor que pode.” Ajudou Pastor Claudio? Abraço cordial.

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    1. Olá Elenciria

      Fica minha gratidão pelo tempo e ideias dispendidos para enriquecimento de nossa pesquisa (se olhar atentamente, eu também a enriqueci com novos dados, especialmente linguísticos/exegéticos).

      E fico contente pela ampliação do assunto "castigo" ou "punição" no seu verdadeiro sentido. Eu mesmo como filho fui muito punido com surras e restrições equivocadas de meus pais que muito me amavam, mas não sabiam o modo adequado de orientar os filhos (que não eram flor que se cheirasse).

      Creio no caminho das consequências. Embora não seja adequado as chantagens para ganhar a obediência dos filhos, que me diz das chamadas "recompensas" do bom proceder?

      Ab.

      pr. C.

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  3. Prezados, a punição deve ser reparatória, e nunca expiatória, segundo Piaget, se desejarmos a construção de uma moralidade superior, autônoma, e não heterônoma, fundada no medo.

    abs

    Cristiano

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    1. Olá Cristiano.

      Ao que parece, vc segue o mesmo modelo proposto pela Elen Círia, acima, quando diz que a punição segue o caminho de uma compensação pelo erro cometido. Isso quer dizer que se a criança comete alguma falha, o "castigo" será proposto para reparar o erro praticado.

      Por isso, penso que ainda não emos justificativas para punições corporais até aqui.

      Obrigado, volte a comentar.

      C.

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  4. Só a título de experiência pastor Claudio, meus pais criaram 13 filhos, 11 homens e 02 mulheres, nunca usaram de disciplina física. A repreensão era aberta e coerente. O olhar de repreensão de minha mãe é inesquecível. Os incentivos vinham sempre no tempo certo. Nós tínhamos com clareza o que era certo e o que era errado. Louvo a Deus por meus pais por nos confrontarem sempre com a verdade e o amor. "Pedro, tu me amas"... Com admiração, Pastor Ismael.

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    1. Olá Pr. Ismael

      Obrigado pela contribuição.

      Que bênção o privilégio de pais como estes seus. Apesar de que não se deve duvidar do amor de pais que usam de punições físicas em suas crianças, era de fato um modo equivocado de demonstrar amor. O respeito é sempre o melhor caminho. E essa deva ser a nossa busca como pais.

      Abraço e volte a comentar.

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  5. Respostas
    1. Ola Andressa.

      Que bom que foi significativo pra vc. Visitei sua home e vi que vc é fã do Sergio Reis e escreve muito bem. Gostei de seu post sobre "50 Tons de Cinza".

      Volte a comentar.

      Pr. C

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